sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável – 2010

Em tempos de Jornada Brasileira Na Cidade Sem Meu Carro, é publicado, no dia 1º Setembro, o diagnóstico dado ao Brasil pelos 55 Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2010 (IDS 2010), produzidos ou reunidos pelo IBGE. “O país mantém o ritmo de crescimento econômico e evolui nos principais indicadores sociais, mas persistem desigualdades sociais e regionais. Apesar de melhorias importantes em alguns indicadores ambientais, ainda há um longo caminho a percorrer para a superação da degradação de ecossistemas, da perda de biodiversidade e da melhora significativa da qualidade ambiental nos centros urbanos.”

Após leitura nos esbarramos com dados assombrosos, como por exemplo, a área remanescente da mata Atlântica, que chega a menos 10% da original. O cerrado, teve sua cobertura vegetal reduzida a praticamente a metade.

A poluição do ar se mantém estável nas grandes cidades, porém a concentração de Ozônio cresce. Este poluente que é gerado na baixa atmosfera é proveniente da queima de combustíveis fósseis. E com o aumento da frota de veículos nas grandes cidades... Não preciso continuar a lacuna, não é mesmo? O ar respirado por Belohorizontinos, como eu, está sendo castigado, como mostram os dados do IBGE. O padrão do Conama para o ozônio é de 160mg/m³ e Belo Horizonte lidera negativamente com concentração de 300 mg/m³, quase o dobro, seguido por São Paulo com 279 mg/m³, e Rio de Janeiro 233mg/m³.

Em relação às mortes por acidentes de trânsito os maiores valores eram observados nas regiões Centro-Oeste (44,8/100 mil habitantes) e Sul (43,2/100 mil hab).

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